terça-feira, 2 de junho de 2009

Discurso de Formatura

"Não há prazeres verdadeiros e duráveis, se não aqueles alcançados depois de longa espera.

Ao ler esta frase pela primeira vez, fiquei imaginando qual seria o momento certo de usá-la. E este momento chegou.
Entramos aqui, nesta instituição, com o mesmo propósito. Ávidos por informação, conhecimento, troca de experiências.
Encontramos não somente isto, mas tambémm uma série de intempéries pelo caminho. Dificuldades que nos tiravam o ânimo para continuar, mas que foram indispensáveis para o nosso crescimento espiritual e profissional.

Como me disse uma vez, meu professor e amigo Maurício ' o homem é um ser de tristeza'. São as dificuldades que nos constroem, elas não são uma exceção e sim uma constante. Já as alegrias nos chegam para amenizar e renovar a alma; porém não são estes breves momentos de felicidade os responsáveis pela evolução; muitas vezes a alegria nos cega e nos enfraquece. Por isso é preciso encarar a vida como uma batalha diária, em que os tropeços não significam a derrota, mas sim o retrato do aprendizado.

E este é só o começo de uma longa camihada, estaremos sujeitos a mais equívocos, fraquezas, obstáculos que parece ser intransponíveis, mas estaremos mais preparados, mais confiantes de si. Porque soubemos esperar, administrar - nem sempre com tanta maturidade, mas com a obstinação de um aprendiz - e VIVER os longos anos que estivemos aqui, esperando por este dia.

Que seja uma vitória não somente para nós, formandos; mas para todos aqueles que foram testemunha desta história. Aos que nos deram apoio, incentivo e amor. À família, amigos e companheiros. E que seja uma vitória para aqueles que não hesitaram em dividir conhecimento com todos nós: aos mestres, o nosso mais sincero agradecimento.

E é com muito orgulho que finalizo esta mensagem em uma confissão: estes foram os melhore anos da minha vida!!

Obrigada!





Bem, amigos... este é o último! :)

terça-feira, 10 de março de 2009

ela me chama de tapuru!

Eu sei que eu não ia mais postar...
mas eu achei essa carta, endereçada a uma mineirinha safada... há uns 3 anos.
Hoje ela é mãe do Arthur, que chega ao mundo em julho... e eu tô louca pra ver se ele vai ter a branquelice da mãe, ou a morenice de jambo do pai. Do Igo, que ele herde a inteligência, e da Anna, ele pode herdar tudo... em matéria de perfeição ela chega quase lá.

a possibilidade dela ler isso aqui? zero.

eis o trecho da carta de quatro páginas...


"Uma vez, eu tava bebada lá no iate, carnaval de 2005! E tava chorando muito pq tinha brigado com um amigo meu, o Diego Rafael... e o Ricardo me viu chorando, me viu falando com o Diego... e depois me disse assim "Pra cada pessoa que quer te derrubar, tem uma querendo te dar a mão"... o Ricardo é leso, isso a gente sabe, mas nunca uma frase me confortou tanto... e naquela noite eu desobri que amigos são assim mesmo... quando a gente menos espera eles se tansformam em anjos e curam a nossa dor!! E descobri também, que desentendimentos quando resolvidos, servem pra amadurecer qualquer relação... mas decepção é diferente, muito diferente.
Com o Diego eu me entendi, ele é um dos meus melhores amigos, não passamos 1 semana sem nos falar... ainda brigamos depois dessa noite, mas uma vez depois de 2 horas no telefone resolvemos ser adultos e reconhecer que não sabíamos viver um sem outro, depois de 7 anos de amizade....
Nem sei porque eu to escrevendo tudo isso... falando do diego, do ricardo...


Talvez porque não haja mesmo palavras pra agradecer você por tudo, pra explicar nossa amizade.
Pra mim também é inexplicável... no fim de 2004 quando eu percebi a turminha sem vc, meu coração apertou, e vi que não ia mais ser a mesma coisa, e relamente não foi. Escrevi aquela cartinha em lágrimas, morrendo de medo de tu achar esquisito eu te dar uma catra... logo eu a puxa saco da hanna que mal falava com vc... kkkkkkkkk


mas antes disso meu coração me deu muitas luzes, eu que não percebi... Eu lembro do dia do núcleo, em que eu chorava por causa da minha mãe que tava internada, conversava com a camila aos prantos.... e quando todo mundo chegou, a primeira pessoa que veio falar comigo foi vc... que me abraçou e perguntou pq eu tava chorando... (depois foi arianne, depois a angra... uahuahauahua...) e eu te respondi que eu tava chorando pq eu era lesa... e vc não insistiu pra saber qual era o motivo, talvez teu coração tivesse te avisado que eu não queria mais falar no assunto!!

Qndo vc me ligou no dia da festinha do simão pra saber se eu ia... e eu nem fui pq minha mãe tinha acabado de chegar do hospital... do dia dos slides que a Xanna fez pra vc, que antes mesmo de começar a apresentação eu comecei a chorar... do meu aniversário perfeito, vcs cantando parabéns quando eu cheguei, bloco I inteiro assustado com a gritaria... as noites na arquibancada, as músicas, as fotos... a gente ligando pro teu celular pra tu ir lá com a gente (o Igo foi te buscar, vcs sairam e quando vc voltou a gente ainda tava lá..uahuahu, bando de abestado mesmo), a camila (tua irmã) não deixando eu e a Camila (a vaca) conversar... kkk... a farofa de calabresa no Rodolfo, a saudade que já começava a corroer.

Não parece muita coisa, realmente o tempo foi pouco, e cruel... que não nos deixou viver tudo aquilo que merecíamos... mas deixou uma semente em nossas vidas, que hoje é essa coisa tão bonita...
E é verdade, que não sabemos nossos passados, nossas familias não se conhecem, não temos muitas histórias pra contar... mas isso não importa, pq o que vale é a história que a gente vai construir, a que já construimos!! Vc não ficará livre de mim tão cedo, nem que vc desista da faculdade, e vá cuidar de crianças indigenas numa área que não tem internet... a cada nova história, a cada pancada da saudade, a cada nova crise existencial, até quando eu perder o cabaço (kkkk), até quando eu quiser matar a hanna... eu vou te escrever essas inúmeras linhas, com a certeza de que vc irá ler todas!!!!!


Te amo sua lesa... e desculpa te fazer ler tanto essa carta, até meio sem nexo, embriagada pela emoção, e extasiada pela felicidade... felicidade não, a mágica, de ter você em minha vida!!
Eu to longe, aqui no confins do judas, mas sempre, sempre vou lembrar vc e querer o melhor pra vc, em tudo... pois vc merece! É linda, maravilhosa, autêntica, verdadeira... uma das melhores pessoas que jah conheci nesse mundo... dificil de enxergar defeitos, dificil de se ter raiva, dificil demais de esquecer... fácil de amar, de admirar!!! Vc vai ser pra sempre a minha ãããããããnja!!!!
Te amo tapuru!!
Beijo do tamanho do mundo pra vc!!!
E se isso não é amor, o que mais pode ser??? "

segunda-feira, 2 de março de 2009

é o que me interessa.

Elza Soares ao fundo, uma canção popular “um grande amor não se acaba assim, feito espumas ao vento...”, a dor no corpo produzida pela gripe, o sono da noite perdida, idéias em greve... Cansaço, tédio, redundância.


Nem há novidades a respeito disso. São sempre os mesmos finais, as despedidas serenas que precedem a dor e aquela impressão de quase-morte. Encontros cada vez mais estranhos, reações imprevisíveis... Tudo isso é tão, tão... familiar. Novos personagens, isso sim. Malhação ta perdendo vilões de grande porte... precisando, apresento alguns.


E ser a vítima do mundo, pela .... centésima (?) vez não está mais em questão. Por mais esquisito que seja, fingir estar adorando a vida nova (?), os velhos novos planos, as inéditas necessidades de sempre! Botar um sorriso na cara e continuar a nadar. É bem por aí.


Ainda espero por férias, pela bendita viagem à Brasília de dezembro, que foi adiada por circunstâncias alheias à minha vontade (me senti o Neto agora), sabe Deus pra quando... mas confesso que nada me faria melhor do que um bom banho de mar, pra que tanta energia atravessada seja aniquilada (?)... por mais que a Suelen me recomende um bom banho de sal grosso, continuo rejeitando a idéia por saber que em balde não tem onda! E por mais Vento no Litoral que isso seja, não há nada mais revigorante do que deixar a onda me acertar... eu sempre amei o mar, e a vontade de viver que ele dava a Renato, e dá pra mim.


Subir no morro do farol, ouvir Los Hermanos no mp3 “posso ouvir o vento passar, assistir a onda bater (...)”, passar no balcão, pegar uma coca e molhar os pés na espuminha branca que as ondas fazem... enquanto o sol me presenteia com o espetáculo mais lindo. Foi assim durante três dias de um setembro inesquecível... 3 dias, que me revigoraram por três anos. As baterias precisam ser recarregadas, e não houve uma Manaus que resolvesse, até porque de Manaus a única coisa que me agrada são os amazonenses que conheci aqui... não, eu preciso ficar mais perto do mar. E morar em RR é o maior castigo pra quem ama o mar...


Não tem coerência esse texto, aliás, nada ultimamente parece ser coerente... não tenho mais certeza nem das minhas próprias certezas. Ok, fizemos o que podíamos, e dessa vez eu me resignei. Sei que você esperava por isso, decerto achou uma decisão sábia. Pode ter sido sim, mas ainda acredito que tudo poderia ser diferente. Não eu que tente te convencer disso, jamais. Aliás, todo mundo te convence de algo, menos eu. Notaste quanto isso foi... real?


Eu ainda sou a garota que fecha os olhos de timidez, que usa o mesmo vestido lilás quando precisa, e pinta as unhas de vermelho pra depois borrá-las... isso até teria um charme, se não fosse TÃO freqüente. Ainda escuto as mesmas músicas, e hoje me sinto feliz só de saber que alguém tem compartilhado a mesma paixão pelo Vander Lee que eu... ééé, que nem não se considera um romântico - espécie em extinção – mas que nunca me decepcionou quando o assunto é bom gosto musical...


Não sou uma das que te cercam, não sou quem te faz rir (já dizia uma musica do Moptop), não estou no teu círculo de pessoas queridas, e de amigos-topamos-qualquer-parada-mas-se-for-pro-buraco-nunca-te-vi-mais-gordo, e to longe de fazer parte dos brothers (os brother, do punho, sabe Lu?) – por falar nisso, admiro-os enormemente, tanto que os queria pra mim - , não sou quem recebe telefonemas embriagados, nem sou a companhia que você deseja. Mas de uma coisa, nada vai me privar... não pode ser nada pra quem veja, mas eu ainda sou a única entre sabores de sorvetes e restaurantes preferidos. Pra mim já é muita coisa. Uma musica do Leoni fala sobre comparações, flores, declarações, noites, restaurantes, amores, ciúmes... Mãos, bocas e perfumes. Nada normal , elas do teu lado.“Não merecem mais que um cinema...”, porque o cinema sempre será nosso, com o Will ou sem Will. Dublado ou legendando.


E outra coisa? Me explica o que tem nesse abraço, capaz de me desarmar e me acalmar por dias? O que tem nessa sensatez mal ensaiada que me faz sentir tão pequena, incapaz, infantil? E essa tolerância pra coisas tão pequenas, mas irritantes, que só EU sou capaz de causar. São as devoluções, o confisco, a destruição de um anel (que me custou alguma unhas queimadas rs)... é..somos heróis, porque desse lado eu suporto a sinceridade e espontaneidade que cortam feito faca, somente às vezes temperada de um gesto de ternura, mas seca, fechada pra interpretações. Masculinidade, teimosia e orgulho, intrínsecos. Dói. Eu só queria mesmo que a gente se olhasse com respeito nos próximos 100 anos, e se lembrasse a cada dia como foi interessante a nossa história. Como diz o Wado e a tua música louca de que teu sapato mostra que você que está de fato tentando se adequar a algum modelo e cabelo, lembra? É aquele lance do “eternamente responsável pelo que cativas”, pessoas que vão, mas deixam pedaços delas e levam pedaços de nós.... uh! Isso existe!!! Posso dizer “é, meu caro, aconteceu comigo...”, e quem me mostrou isso foi você! Então não venha discordar de mim nessa altura do campeonato, meu querido! Assuma o risco, não esperávamos encontrar tanto! E fica a saudade, principalmente do teu cheiro que manhã passada morou nos meus pulmões ( roubei de Vander Lee essa frase, acabei de roubar... e teu sangue vai morar nas veias da Julia, ou do Enzo... eu odeio esse nome, mas se não tiver outro jeito... rsrs)! Fica pra você meu choro incontido, e meu sorriso franco... ah, e não esquece.... ainda temos Belém! Ou se você preferir, São Luiz do Anauá. Rsrsrs.


E esse texto tão grande, tem a finalidade única de desestimular a leitura de todo mundo que venha aqui, embora eu saiba que Bréscia vai saboreá-lo com prazer. A idéia é que ninguém saiba que se trata de uma despedida, definitiva, ou longamente temporária (?). a minha vida não precisa de registros. De nenhum de vocês precisa, mas a gente insiste em registrar. E quando tudo é tão real, e tão óbvio... Enfraquece. E esse blog é meu ponto fraco. Então, quem sabe outro dia... não? Talvez eu tenha novas histórias pra contar, minha veia mexicana ainda tem potencial pra novelas heróicas de amor e ódio, e para crises existenciais eternas. Vai ser melhor assim, tanto pra você, como (principalmente) pra mim.

Fique com a imagem, do mais lindo por do sol do mundo. Praia de Bitupitá, Barroquinha – Ce

(guarde as coisas boas... fotos, por exemplo)


sábado, 14 de fevereiro de 2009

memórias de sábado...

Sexta- feira você saía da faculdade, ainda com a mesma roupa do trabalho, já sem perfume. Precisava de mim. Costumava chover, e você me surpreendia ao dizer que estava vindo pra minha casa. A gente se arriscava na tempestade, com um carro que porventura era alérgico a água. Chopp, pizza, algumas novidades da semana, aulas, angustias, confissões. E vinham as risadas, a procura dos sósias, o frio, o desejo, o sono.

Sábado podia aparecer o que houvesse. Churrascos, cinemas, mais pizza, mais chopp, o som da nossa banda preferida, filme, minha casa, minha sala, meu sofá, brigadeirão, banco de trás do carro até porque o banco da frente provocava acidentes hilários com a buzina e nos matava de susto. Sábado éramos nossos. Mesmo que fosse dividido entre as compras, o futebol, o videogame... era nosso, éramos nós. Mais que o os domingos, as terças feiras de café da manhã, ou idas ao restaurante preferido e um sorvete antes de voltar ao trabalho.

Mesmo que a semana toda se resumisse a ligações escondidas, depois da meia-noite, e conversas que nunca mais terão a mesma essência... mesmo com brigas repetitivas, os mesmos motivos, os mesmos perdões chorosos, reconciliações clichês...

Os livros, discos,filmes... emprestados, devolvidos, emprestados novamente e tornados a serem devolvidos... nossa capacidade de sermos cúmplices com erros intolerantes.
Mesmo com toda a falta de prática, paciência, tolerância... era amor.
E eu ainda me orgulho disso.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

aquilo que se vê.

Engraçado, essas minhas auto-análises de ultimamente soam patéticas. São tão óbvias. Eu descobri, que minha euforia habitual, minhas noites alegres, meus chopps semanais, a minha necessidade de companhia diária, as mudanças de planos, horários, atividades... São resultados de um vazio que só mesmo o tempo (porque eu me rendi a ele) vai preencher. Porque depois da festa, meu sábado se resume a três doses cavalares de tequila, muito sal, e limão gelado. Fernanda Young o fim de semana inteiro, a preguiça dominical, a chuva que me remete boas lembranças de um 1º de fevereiro que passou. Tudo muda, mas tudo permanece igual.

E eu fico me assistindo da sacada em frente, e percebendo que talvez não seja a coisa certa. Talvez eu tivesse que fincar os pés, e encarar a solidão. Mas já fiz isso por tanto tempo, sei bem como é esse gosto insípido. Afinal, há tanta gente bacana na minha vida, que não se importa em compartilhar uma conversa, um jogo de baralho no meio de um bar, uma pizza calórica, um flerte desconsertado. E enquanto houver essa disposição a gente se encontra, pra falar das mesmas coisas e se manter seguro.

A falta de emprego me incomoda, e as promessas de emprego mais ainda.
Preciso daquela viagem pelo nordeste programada há dois anos, prometidas a Lorette, onde o passeio principal seria pegar a Epitácio a 100 por hora. Mas não é hora de férias... isso eu sei, nem há discussão. É tempo de recomeçar, e como eu escrevi em outro lugar, “2009 tem um astral dourado, de renascimento.”

E sabe o que me irrita profundamente? Começar um texto falando de algo, e terminá-lo com outro assunto completamente diferente.
Reafirmo, eu sou estupidamente previsível.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

vamos fazer um filme?

Senti um pouco de angústia ao notar que Across The Universe era uma versão adulta de High School Music. Um pouco de A Fantástica Fábrica de chocolates também, os soldadinhos que recrutaram o Max para servir o exército americano lembram muito os Oompas Loompas. Mas pela música, eu recomendaria. Porque, como diz a Bréscia, eu acredito em quem gosta dos Beatles.

Shhhhhhhhhhh, exagero.

Aí nesse período de férias de mim, onde FAZER NADA é a coisa mais rara, a tal da Scarlett Johansson me persegue. Até de madrugada, quando ligo a TV lá está ela em uma tal canção de amor a Bob Long. E na locadora ela adora ficar me olhando com aquela cara esquisita, porém bonitinha, e detestavelmente adorável.

E quem substituiu o Heath Ledger no mundo dos vivos, na minha vida, foi Mark Ruffalo. Viciei no bonitinho.

E anos depois, consegui ver o primeiro de Almodovar que me agradasse: Volver. Com a Penélope Cruz na capa, imaginei que a apelação sexual seria absurda, pois exagerada sempre é... (assim como as cores vivas, mas isso é um ponto alto do Pedro, assim como a originalidade esquisita, porém bem notável)... mas não! Ta aí, fui convencida a assistir mais alguns filmes dele. Prometo não falar mal de Pedro Almodóvar até assistir os demais. Já tinha desistido disso, assim como desisti do Paulo Coelho. Ok. Não há comparações, mas meu destino pro cineasta já tinha sido escolhido.

Lembrei que ano passado, os filmes do Will Smith me tiraram a paciência, e esse ano eu não abro mão de ver todos, novamente. Ele surpreende.

E tenho me sentindo um saco, vejo filmes todo dia e pra escolhê-los é aquela eternidade. Será que to virando aquele tipo de gente que acha que sabe tudo de cinema? Que medo!

Então, vou voltar pros meus livros por um tempo. Pois já já uma vida nova inaugura, e eu quero experimentar tudo da melhor forma possível. Há sempre tempo pra recomeçar, não? E acho que quem me ensinou isso foi algum filme. Provavelmente um bem água com açúcar. Isso tem cara de "Um amor pra Recordar", não? heuheueheu.

Me mantenham informados.
que eu vou dando sinais de fumaça daqui!

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Confissão


Incrível o prazer sádico que senti hoje, ao ralar uma cenoura.



MUHAUHAUAHAUHAU.